Sábado dia 17
- 22.00 - Antestreia de A ALEGRIA DAS ROSAS, coreografia da Companhia de Dança Amalgama, com textos de Risoleta Pinto Pedro
Entrada Livre
Quinta do Conventinho
Loures
http://www.amalgama.pt/Menu%20Inicial%20-%20Newsletter.htm
e ainda:
no mesmo dia, sábado 17 : (21.30) em Lisboa
No Museu dos Coches (Dia Internacional dos Museus)
Coral Publia Hortensia e quatro guitarras, dirigidos pelo maestro Paulo Brandão:
Romancero Gitano, música de Tedesco, poema de Garcia Lorca
entrada livre
ver anterior projecto, Ensaladas, em:
http://www.youtube.com/watch?v=nkRRlw_4Zfs
Quinta-feira, Maio 15, 2008
CONVITES:
Quarta-feira, Maio 14, 2008
Sábado, Maio 10, 2008
Quinta-feira, Maio 08, 2008
Sobre:YESHUA, As Mulheres de Jesus
de Frederico Mira George
"Releio este livro no dia de Páscoa. Entre as Paixões de Bach procuro a de Lucas, que não existe; aqui está a de S. João, a de S. Mateus, e mesmo a de Marcos, mais tardiamente encontrada ou interpretada, mas não a de Lucas. Interrogo-me porquê. [...]"
http://www.unicepe.com/
Quarta-feira, Maio 07, 2008
Ópera O Achamento do Brasil, hoje (quarta) e amanhã (quinta) na Aula Magna da Reitoria da Universidade de Lisboa
[...]
5. A PRIMEIRA MISSA
Surge Frei Henrique com os sete frades; é rezada missa. Alguns índios imitam os gestos e as posições; Durante esta cena cantada e após a missa, os índios são colocados em fila e cada um recebe uma cruz, que Frei Henrique lhes coloca ao pescoço. Há também um episódio em que Pedro Álvares Cabral dá ordem para cobrir uma jovem índia que estivera a assistir à missa.
Com o Kyrie interpretado por Frei Henrique concretiza-se um trio interpretado pelos três protagonistas da cena.
(música segue sem interrupção)
FREI HENRIQUE –
Kyrie eleison
PEDRO ÁLVARES CABRAL –
Olhai essa mulher moça
Que sempre à missa esteve
Dai-lhe vós um pano
Para se cobrir
ÍNDIA JOVEM –
Que me querem
Que pano é este
Em redor de mim
Quem é o Deus que os trouxe aqui
Quem és?
Que me querem
Que pano é este
Em redor de mim
Quem é o Deus que os trouxe aqui?
JOVEM ÍNDIO – Era um mundo tão estranho para a minha jovem mãe… Pudesse eu ter lá estado a protegê-la! Mas se eu tivesse lá estado… não estaria hoje aqui!
(música)
RECITATIVO:
Com a alma destes simples
Os novos convertidos
Que o não sabem ainda
Antecipo suas preces
Irrompendo do chão como sementes
Da futura idade.
ÁRIA:
Contemos as almas
Que o corpo é em vão
Contemos as cruzes (meu Deus!)
Para a salvação.
Contemos as cruzes (meu Deus!)
Para a salvação.
A terra é imensa
A glória o destino
Rezar, baptizar
Toquem já o sino.
Se a terra é estrangeira
Em breve não será
Que os bispos e o Papa
Recebam as novas de cá.
E dizei, não esqueçam
Que o semeador
Frei Henrique eu sou
Aqui estou orando
Pela fé.
O senhor da Terra
É também meu amo
Saiba D. Manuel
Que em seu nome
E de Deus
Eu clamo.
DUETO DE PEDRO ÁLVARES CABRAL E FREI HENRIQUE:
JOVEM ÍNDIO – Era uma fé cega, a deste Frei Henrique. Olhava os corpos e não os via. Tinha um olhar cego a tudo o que nesta terra era essencial. Deslocava-se por aí como se estivesse na Sé de Lisboa, impermeável a tudo que não fosse a sua religião. O capitão, por sua vez, era um homem prático. Alguém tinha que pensar nos problemas concretos da adaptação a uma nova terra.
(música)
PEDRO ÁLVARES CABRAL –
Bom porto
Seguro
Boa água
Porto seguro
FREI HENRIQUE –
Salvem-se as almas
Deixem-se os corpos
Podem esperar
Porto seguro
PEDRO ÁLVARES CABRAL –
Cuidar navios
Tomar da água
Desvio de rota
Porto seguro
FREI HENRIQUE –
As mãos ao céu
E oremos e oremos e oremos
Todos!
PEDRO ÁLVARES CABRAL –
Um bom porto seguro
FREI HENRIQUE –
O salvamento das almas
EM CORO –
Servir Deus e o Rei
Servir o Rei e Deus
Porto seguro
10. O SONO DO CAPITÃO
JOVEM ÍNDIO – Será que se vão entender, estes dois, tão diferentes são? O capitão está cansado. Façamos silêncio para que durma e se retempere. Os trabalhos que passou e os que aí vêm ainda assim o exigem.
Pedro Álvares Cabral adormece de cansaço; os marinheiros fazem gestos para que ninguém o acorde e cantam para lhe embalar o sono:
(música)
Graciosa terra
Emplumada estás
Como o sonho de uma flor
Rito e prazer
Espanto e surpresa
No embalo da riqueza
O silêncio
O segredo
Os mistérios
Mar e céu
Quem soubera
Quem sonhara
Tal fascínio
Tal amor
No final da canção também os marinheiros adormecem, rodeando Pedro Álvares Cabral. Quando todos dormem, um deles levanta-se furtivamente e foge; outro o acompanha.
[...]
Terça-feira, Maio 06, 2008
Do arco à harpa: nem útil nem fútil | Perplexidades
Sobre "Antifonia", de Pedro Ferreira
ler em:
http://www.e-vai.net/content/view/961/44/

